Phenomenological Analysis of Borderline Personality Disorder in the Light of Thomas Fuchs

Autores

  • Lucas Albuquerque lucasalbuquerque94@gmail.com
  • Paulo Evangelista Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.37067/rpfc.v15i1.1285

Palavras-chave:

Borderline personality disorder, phenomenology, psychopathology, DSM-5

Resumo

Borderline Personality Disorder is documented in scientific literature under various terminologies since the late 19th century and has undergone different revisions of its main characteristics up to the present day. The aim of the following work is to begin structuring some of Thomas Fuchs' contributions to phenomenological psychopathology and to critically engage with the DSM-V's proposal for standardization of diagnostic criteria. In the second part, a deeper analysis of Borderline Personality Disorder is made in its existential dimensions in light of Thomas Fuchs' contributions. Descriptions, some critiques, and clinical practice proposals will be presented.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Referências

American Psychiatric Association. (2014). DSM-5: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (M. Inês, Trad.; 5. ed.). Artmed.

Evangelista, P. (2017). Para uma interpretação daseinsanalítica da psicopatologia. Daseinsanalyse, 17, 167-188.

Fuchs, T. (2007). Fragmented selves: Temporality and identity in borderline personality disorder. Psychopathology, 40(6), 379-387. https://doi.org/10.1159/000106109

Fuchs, T. (2013). Temporality and psychopathology. Phenom Cogn Sci 12, 75–104. https://doi.org/10.1007/s11097-010-9189-4

Fuchs, T. (2016). Self across time: The diachronic unity of bodily existence. Phenomenology and the Cognitive Sciences, 16(2), 291-315. https://doi.org/10.1007/s11098-015-0602-4

Fuchs, T. (2018a). Por que há doença psíquica? Para uma psiquiatria fenomenológica: Ensaios e conferências sobre as bases antropológicas da doença psíquica, memória corporal e si mesmo ecológico (1ª ed., pp. 7-25). Via Verita.

Fuchs, T. (2018b). Doenças mentais são doenças do cérebro. Para uma psiquiatria fenomenológica: Ensaios e conferências sobre as bases antropológicas da doença psíquica, memória corporal e si mesmo ecológico (1ª ed., pp. 207-231). Via Verita.

Fuchs, T. (2020). Time, the body, and the other in phenomenology and psychopathology. In Time and Body: Phenomenological and psychopathological approaches (C. Tewes & G. Stanghellini, Eds., pp. 12-40). Cambridge University Press.

Maturana, H. R., & Varela, F. J. (1997). De máquinas e seres vivos: Autopoiese – A organização do vivo (3ª ed.). Artes Médicas.

Messas, G. (2008). Psicopatologia Fenomenológica e Psicofarmacologia: um Desafio para a Contemporaneidade. In: G. Messas (org.). Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea. São Paulo: Roca.

Neto, H., & Messas, G. (2016). O diagnóstico psiquiátrico pelo modelo operacional e pela psicopatologia fenomenológica: Um paralelo entre os modelos, através de um estudo de caso. Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea, 5(1), 22-40. https://doi.org/10.37067/rpfc.v5i1.986

Resende, M. S., Pontes, S., & Calazans, R. (2015). O DSM-5 e suas implicações no processo de medicalização da existência. Psicologia em Revista, 21(3), 534-546. https://doi.org/DOI-10.5752/P.1678-9523.2015v21n3p534

Shorter E. (2015). The history of nosology and the rise of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. Dialogues in clinical neuroscience, 17(1), 59–67. https://doi.org/10.31887/DCNS.2015.17.1/eshorter

Downloads

Publicado

2026-03-16

Edição

Seção

Artigo original