Phenomenological Analysis of Borderline Personality Disorder in the Light of Thomas Fuchs
DOI:
https://doi.org/10.37067/rpfc.v15i1.1285Palavras-chave:
Borderline personality disorder, phenomenology, psychopathology, DSM-5Resumo
Borderline Personality Disorder is documented in scientific literature under various terminologies since the late 19th century and has undergone different revisions of its main characteristics up to the present day. The aim of the following work is to begin structuring some of Thomas Fuchs' contributions to phenomenological psychopathology and to critically engage with the DSM-V's proposal for standardization of diagnostic criteria. In the second part, a deeper analysis of Borderline Personality Disorder is made in its existential dimensions in light of Thomas Fuchs' contributions. Descriptions, some critiques, and clinical practice proposals will be presented.
Downloads
Métricas
Referências
American Psychiatric Association. (2014). DSM-5: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (M. Inês, Trad.; 5. ed.). Artmed.
Evangelista, P. (2017). Para uma interpretação daseinsanalítica da psicopatologia. Daseinsanalyse, 17, 167-188.
Fuchs, T. (2007). Fragmented selves: Temporality and identity in borderline personality disorder. Psychopathology, 40(6), 379-387. https://doi.org/10.1159/000106109
Fuchs, T. (2013). Temporality and psychopathology. Phenom Cogn Sci 12, 75–104. https://doi.org/10.1007/s11097-010-9189-4
Fuchs, T. (2016). Self across time: The diachronic unity of bodily existence. Phenomenology and the Cognitive Sciences, 16(2), 291-315. https://doi.org/10.1007/s11098-015-0602-4
Fuchs, T. (2018a). Por que há doença psíquica? Para uma psiquiatria fenomenológica: Ensaios e conferências sobre as bases antropológicas da doença psíquica, memória corporal e si mesmo ecológico (1ª ed., pp. 7-25). Via Verita.
Fuchs, T. (2018b). Doenças mentais são doenças do cérebro. Para uma psiquiatria fenomenológica: Ensaios e conferências sobre as bases antropológicas da doença psíquica, memória corporal e si mesmo ecológico (1ª ed., pp. 207-231). Via Verita.
Fuchs, T. (2020). Time, the body, and the other in phenomenology and psychopathology. In Time and Body: Phenomenological and psychopathological approaches (C. Tewes & G. Stanghellini, Eds., pp. 12-40). Cambridge University Press.
Maturana, H. R., & Varela, F. J. (1997). De máquinas e seres vivos: Autopoiese – A organização do vivo (3ª ed.). Artes Médicas.
Messas, G. (2008). Psicopatologia Fenomenológica e Psicofarmacologia: um Desafio para a Contemporaneidade. In: G. Messas (org.). Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea. São Paulo: Roca.
Neto, H., & Messas, G. (2016). O diagnóstico psiquiátrico pelo modelo operacional e pela psicopatologia fenomenológica: Um paralelo entre os modelos, através de um estudo de caso. Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea, 5(1), 22-40. https://doi.org/10.37067/rpfc.v5i1.986
Resende, M. S., Pontes, S., & Calazans, R. (2015). O DSM-5 e suas implicações no processo de medicalização da existência. Psicologia em Revista, 21(3), 534-546. https://doi.org/DOI-10.5752/P.1678-9523.2015v21n3p534
Shorter E. (2015). The history of nosology and the rise of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. Dialogues in clinical neuroscience, 17(1), 59–67. https://doi.org/10.31887/DCNS.2015.17.1/eshorter
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Os autores detém os direitos autorais sem restrições, devendo informar a publicação inicial nesta revista, em caso de nova publicação de algum trabalho.






